Com as luzes de fim de ano acesas e as caixas de entrada cheias de retrospectivas, é tentador olhar para 2025 como "o ano da IA".
Mas, para as equipes de segurança, foi algo mais específico: o ano em que APIs, agentes de IA e servidores MCP colidiram em toda a estrutura de APIs, expandindo a superfície de ataque mais rápido do que a maioria das organizações conseguia acompanhar.
Na Salt Security, dedicamos 2025 a um único objetivo: proteger a camada de ação de APIs onde a IA, as aplicações e os dados se cruzam. E fizemos isso com um ritmo constante de inovação, entregando um novo "presente" para as equipes de segurança quase todos os meses.
Portanto, no espírito da época, aqui está uma retrospectiva dos 12 Meses de Inovação da Salt — uma série de lançamentos de produtos, parcerias e marcos de pesquisa ao longo do ano, projetados para ajudar as organizações a se anteciparem a ameaças em rápida evolução.
Janeiro — o ano começa com as APIs no centro
Começamos o ano lançando um olhar crítico sobre o que muitas equipes já suspeitavam:
- As APIs estão agora no centro de quase todas as iniciativas digitais.
- APIs zumbis e não gerenciadas continuam ativas em produção.
- As dependências da cadeia de suprimentos de software estão aumentando o risco silenciosamente.
Pesquisas e liderança de pensamento do Salt Labs no início de 2025 mostraram o quão perigoso é executar IA e automação modernas sobre APIs que você não compreende ou controla totalmente.
Conclusão: Janeiro definiu o tom — defender a estrutura de APIs de amanhã com as ferramentas de ontem já não é uma opção.
Fevereiro — um foco na realidade das APIs
Em fevereiro, passamos de "achamos que temos um problema" para "aqui estão os números."
Com o mais recente Relatório sobre o Estado da Segurança de APIs e reconhecimentos importantes do setor, como a inclusão em listas de segurança de destaque, a Salt trouxe dados concretos para as conversas em conselhos administrativos e com CISOs.
A mensagem foi clara:
- O tráfego de APIs está explodindo.
- Os atacantes estão visando APIs em larga escala.
- A segurança tradicional de perímetro e de aplicações carece de contexto crítico.
Conclusão: A segurança de APIs não é mais uma preocupação de nicho. É um risco de negócio que exige estratégia, orçamento e atenção em nível de diretoria.
Março — medalhas de ouro e sombras crescentes
Março combinou validação e urgência.
Por um lado, órgãos do setor reconheceram a liderança da Salt com prêmios como o Gold Globee, destacando a maturidade e o impacto da nossa plataforma.
Por outro, novos blogs e pesquisas destacaram a realidade do dia a dia:
- A pressão por conformidade e privacidade de dados está aumentando.
- Os ataques impulsionados por IA estão acelerando, não diminuindo.
Conclusão: A excelência em segurança de APIs não se resume a ganhar prêmios, trata-se de estar à frente de adversários que estão em constante adaptação.
Abril — uma temporada de parcerias e mudanças de paradigma
Em abril, a colaboração ocupou o centro das atenções.
Aprofundamos as integrações com plataformas líderes, como CrowdStrike e suporte expandido para ecossistemas modernos, incluindo arquiteturas baseadas em servidores MCP.
Ao integrar a inteligência da Salt API às ferramentas que as equipes de segurança já utilizam, ajudamos nossos clientes a:
- Obter um contexto mais rico e em tempo real.
- Simplificar a implementação e as operações.
- Estender as proteções aos seus fluxos de trabalho existentes.
Conclusão: A segurança de APIs e IA é um esforço coletivo. Parcerias e integrações transformam ferramentas isoladas em uma estrutura de defesa coesa.
Maio — a era da nuvem torna-se realidade
Em maio, a conversa mudou de “estamos migrando para a nuvem” para “todo o nosso negócio depende dela.”
A Salt expandiu a cobertura e os recursos de governança para os principais ambientes e parceiros de nuvem, ajudando os clientes a:
- Alinhar a segurança de APIs com o seguro cibernético e as expectativas regulatórias.
- Construir processos mais sólidos de governança de postura e gestão de riscos.
- Traduzir riscos técnicos de API para uma linguagem pronta para o conselho administrativo.
Conclusão: Em 2025, a segurança de APIs tornou-se uma prioridade absoluta nas salas de reuniões como um pilar central do risco corporativo.
Junho — iluminando tudo
Junho foi dedicado a trazer clareza total.
Nós lançamos o Salt Illuminate e expandimos o Cloud Connect, oferecendo aos clientes a capacidade de:
- Descobrir APIs em ambientes complexos, híbridos e multicloud.
- Identificar APIs fantasmas, zumbis e não gerenciadas em minutos, em vez de meses.
- Criar um inventário em tempo real que se mantém sempre atualizado.
Conclusão: Não é possível proteger o que não se vê. O Illuminate forneceu às equipes a base de visibilidade que lhes faltava.
Julho — CISOs soam o alarme
Em julho, os riscos tornaram-se muito reais.
Falhas de IA de grande repercussão, incluindo incidentes como a violação do chatbot do McDonald’s, deixaram uma coisa dolorosamente óbvia: a IA conversacional e as experiências digitais são tão seguras quanto as APIs que as sustentam.
A Salt respondeu com:
- Blogs detalhados sobre riscos de agentes de IA e pontos cegos em APIs.
- O lançamento do Salt Surface, projetado para mapear e priorizar riscos de APIs expostas.
Conclusão: 2025 foi o ano em que os CISOs começaram a perguntar não apenas “Quais APIs nós temos?”, mas “Quais delas estão expostas, são exploráveis e críticas para o negócio?”
Agosto — tudo autônomo
Em agosto, “autônomo” não era apenas uma palavra da moda, era um tema central no roteiro estratégico.
As organizações apostaram fortemente em:
- Fluxos de trabalho autônomos
- Tomada de decisão orientada por IA
- Detecção e resposta automatizada a ameaças
A inovação da Salt nesta área destacou uma realidade fundamental: IA, autonomia e APIs são inseparáveis.
Avançamos nas proteções para caça autônoma a ameaças e casos de uso de segurança orientados por IA, reforçando que se as APIs forem comprometidas, os sistemas autônomos também serão.
Conclusão: Não é possível proteger operações autônomas se você não estiver protegendo a camada de ação da API que as impulsiona.
Setembro — protegendo a revolução dos agentes de IA
Setembro foi um ponto de virada.
A Salt apresentou a primeira solução do setor para proteger ações de agentes de IA em APIs e servidores MCP, trazendo controles reais para um problema que era, em grande parte, teórico.
Isso significou:
- Proteção contra injeção de prompt e uso indevido.
- Diretrizes sobre o que os agentes de IA podem acessar ou executar.
- Políticas aplicáveis onde realmente importa: no nível da API e da ação.
Resumo: A revolução dos agentes de IA não precisa ser um pesadelo de segurança — desde que você proteja as ações, e não apenas o modelo.
Outubro — os pontos cegos contra-atacam
Em outubro, novos dados da Salt e de ambientes de clientes revelaram a real profundidade dos pontos cegos em IA + API.
Analisamos:
- Configurações incorretas em fluxos de trabalho orientados por IA.
- Padrões de risco em implantações de agentes e MCP.
- Erros comuns que as equipes cometem ao integrar IA em arquiteturas existentes.
Por meio de análises detalhadas e orientações práticas, ajudamos as equipes a transformar confusão em um roteiro para modernizar sua postura de segurança.
Resumo: A educação é tão importante quanto a tecnologia. Você não pode corrigir o que não compreende totalmente.
Novembro — a segurança começa no código
Novembro trouxe um grande avanço em trazer a segurança de API para o início e o fim do ciclo de desenvolvimento simultaneamente.
Lançamos:
- GitHub Connect — para analisar repositórios de código em busca de APIs ocultas, incompatibilidades de especificações e padrões inseguros antes que sejam publicados.
- MCP Finder — para identificar configurações de MCP arriscadas e fluxos de trabalho integrados a IA logo no início do ciclo de vida de desenvolvimento.
Combinado com a inteligência de tempo de execução da plataforma Salt, os clientes agora podem conectar:
- O que está sendo escrito → O que está sendo implantado → O que está sendo explorado
Conclusão: A verdadeira segurança de API abrange todo o ciclo de vida, desde o design e o código até o tráfego de produção e as ações de agentes de IA.
Dezembro — olá, Pepper
Encerramos o ano com um novo tipo de experiência: Pergunte à Pepper AI.
O Pergunte à Pepper AI transforma a plataforma da Salt em um parceiro de conversa, permitindo que os usuários:
- Façam perguntas em linguagem natural sobre APIs, riscos e ameaças.
- Acelerem a investigação e a resposta a incidentes.
- Levem insights complexos para equipes que não passam o dia em painéis de controle.
Junto com Proteção MCP para AWS WAF, dezembro marcou a próxima etapa da nossa visão: Segurança de API que não é apenas poderosa, mas acessível e intuitiva.
Conclusão: Quando as equipes de segurança podem simplesmente fazer perguntas e obter respostas significativas e contextuais, elas agem mais rápido, e a empresa também.
Olhando para o futuro: construindo sobre um ano de inovação
Se 2025 foi o ano em que as APIs se fundiram totalmente com agentes de IA, automação e servidores MCP, 2026 será o ano em que as organizações irão adotar a camada de ação de API ou ficarão para trás em relação às que o fizerem.
Na Salt Security, nosso foco permanece o mesmo:
- Ver tudo — cada API, cada ação, cada ponto cego.
- Entender o contexto — quem está chamando o quê, de onde e por quê.
- Parar ataques — antes que se transformem em interrupções, perda de dados ou danos à marca.
Os 12 meses de inovação foram apenas o começo. As ameaças estão evoluindo, e nós também.
Se você quiser saber mais sobre a Salt e como podemos ajudá-lo, por favor, entre em contato conosco, agende uma demonstração, ou visite nosso site. Você também pode obter uma Avaliação de Superfície de Ataque de API gratuita da equipe de pesquisa da Salt Security e descobrir o que os invasores já sabem.
